O Amor. Ah, o amor…

Todos os dias pessoas reclamam que não encontram o grande amor de suas vidas. Não encontram? Não procuram? Não sabem o que procuram? Encontraram e não reconheceram? Encontraram e não souberam valorizar?

O amor é um dos maiores temas de todas as épocas. Sobre ele muito se escreveu e se escreverá. As abordagens vão desde o romantismo adolescente e apaixonado à cumplicidade madura dos casais mais experientes.

 

A falta de amor…

Ninguém sofre por amor. Sofremos pela indiferença, pela falta de afeto, pelo carinho que se perdeu no tempo, pela música romântica que não toca mais o coração, pelas mãos que não se entrelaçam mais. O amor não é ruim, a falta dele sim. E eu sei o que é sofrer pela falta dele, meu bem. Tudo é tão difícil de entender, os motivos que levam a gente desistir nem sempre são bons, e isso dói, e como dói. A lágrima que cai devido a falta do amor machuca mais do que qualquer outra lágrima, e não há como curar um coração que se quebrou. Dizem que o tempo ajuda, e passa rápido. Só esquecem de dizer que o amor só vem com passagem de ida, não tem data prevista para a volta, e o sentimento continua ali, matando o resto de você que ainda resta.

— Junior Lima

POR AMOR A SI MESMA

Certa vez li uma reportagem que tratava sobre mulheres que haviam dado a volta por cima após o final do relacionamento. Algumas emagreceram 30 quilos, outras malharam, pintaram o cabelo, mudaram o estilo, enfim, ficaram lindas com a finalidade de “dar o troco” no até então “canalha” que as deixaram.

Esse tipo de vingança é muito comum e vem como uma forma de melhorar a auto estima que, a depender do contexto do término do relacionamento, funciona perfeitamente para “esfregar na cara” do dito que quem perdeu foi ele.

Acho justo que cada qual procure suas melhoras, mas eu me pergunto por que não fizeram isso antes? Desde quando o namoro, o noivado ou o casamento é motivo para o comodismo e o desleixe? Já ouvi muitas queixas de homens que reclamam que suas companheiras perderam a vaidade ao longo dos anos e vice-versa. Eu, por exemplo, já tive um namorado que depois que eu terminei malhou horrores, engordou, ficou forte e de quebra mudou o guarda-roupa, como se isso servisse de alguma coisa depois que eu já não tinha mais interesse.

Ora, se você é capaz de dar a volta por cima e ficar linda quando o relacionamento termina, porque não fica linda logo? Quem sabe uma guinada no visual e uma pitada de autoconfiança não desperta o seu “respectivo” do marasmo da relação? Façam, sobretudo, por amor a si mesmas e somente depois, pelo outro.

Combinadas assim? Ótimo, levante agora e abra o armário… Estou esperando. Abriu? Pois bem, separe tudo que você não teria coragem de usar para ir à esquina e jogue fora, arremesse da janela, doe, não me interessa, simplesmente se desfaça. Preceito básico nº 01: Se uma roupa não serve para você ir comprar pão, não serve para seu namorado te ver com ela.

Preceito básico nº 02: levante o olhe no espelho. Se seu cabelo tem óleo suficiente para fritar uma bacia de nuggets, corra e vá lavar agora! Se a sua cara está pálida e amassada, lave o rosto com água gelada, seque e coloque um pouco de blush (favor não virar patatí-patatá, hein!). Por fim, remova o esmalte descascado das unhas antes que o respectivo chegue.

Prontinho! Se vocês estiverem felizes com a aparência de vocês o resto é uma consequência natural, seja com o atual, seja com outro que irá reparar em você não só pela sua aparência física, mas por você irradiar um estado de espírito de confiança!

Texto original de Larissa Cerqueira