Estamos todos partidos.

Resume-se a isto. Estamos todos partidos.
De maneiras diferentes, por razões diferentes, uns mais do que outros, mas nisso somos todos iguais. Partidos.
É isto o que somos. São histórias interrompidas, despedidas precipitadas, guerras, palavras que não voltam, pessoas que não voltam, injustiças e opressões, mentiras e covardias, deficiências, insuficiências, o amor que se resolveu antes do tempo, o amor que não se resolveu, o amor bruto, o amor morto, o amor excessivo, a falta de amor.
Se olharmos bem, vai tudo dar lá, uma espécie de amor. Nisso somos todos iguais. Somos todos a mesma fragilidade…
As coisas são como são.
Não foi para isto que fomos feitos. Não fomos feitos para a dor.
Fomos feitos para o sol e gargalhadas e abraços e beijos. Está-nos na condição de sermos humanos, não desistir, acreditar. Resistimos, lutamos, apanhamos os destroços do chão e nos recompomos.
Sobrevivemos à felicidade. Sobrevivemos para a felicidade.”

Desconheço o autor

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