A violência invisível

Carambolas Azuis

“Eu posso pegar isso e jogar assim na mesa, isso para mim é uma violência. Eu posso pegar esses papéis e colocar na mesa, isso é não violência. A maneira que eu caminho, que eu abro a porta, que eu falo com as pessoas e as palavras que eu escolho usar, e a maneira que eu penso as pessoas. Sou verdadeiramente capaz de acolhê-las como semelhantes no meu coração?”

Monja Coen, na palestra “A violência invisível”.

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Amar

Poetriz

Eu quero amar, amar perdidamente!
Amar só por amar: Aqui… além…
Mais Este e Aquele, o Outro e toda a gente…
Amar! Amar! E não amar ninguém!

Recordar? Esquecer? Indiferente!…
Prender ou desprender? É mal? É bem?
Quem disser que se pode amar alguém
Durante a vida inteira é porque mente!

Há uma Primavera em cada vida:
É preciso cantá-la assim florida,
Pois se Deus nos deu voz, foi pra cantar!

E se um dia hei-de ser pó, cinza e nada
Que seja a minha noite uma alvorada,
Que me saiba perder… pra me encontrar…

– Florbela Espanca in “Poesia Completa”

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