Carolina entre os seus

Duas Fridas

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A 2ª Bienal do Livro de Brasília, que se encerrou nesta segunda-feira, homenageou vários escritores brasileiros e estrangeiros com grandes fotos exibidas em murais, ao lado de excertos de textos de suas autorias. Como o evento ocorreu na Esplanada dos Ministérios, cartão postal de Brasília, meca da política nacional e o principal centro de circulação de carros da cidade, foi um sinal de grande prestígio para o escritor ter seu nome, seu rosto e seus textos exibidos ali, em tamanho gigante, durante mais de uma semana. 

Fiquei muito feliz  ao ver o rosto da Carolina de Jesus estampado num mural enorme, que eu calculei em mais ou menos 5 m X 5m de dimensão, bem na entrada principal da Bienal. Era impossível não vê-la ao entrar na Bienal. Mais interessante ainda foi constatar que, ao lado de imagens de nomes consagrados como Eduardo Galeano, Ariano Suassuna, Ana Maria Machado…

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RELAÇÕES INTERNACIONAIS E A CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA DO BRASIL

Blog da Inês Büschel

Os meios de comunicação de massa, de uma maneira geral – jornais, rádios, TVs e internet – por intermédio de seus jornalistas/comunicadores, gostam de repetir – que o Brasil não pode se omitir no que se refere aos conflitos internacionais que envolvam outros países. Um dia lá atrás, foi essa insistência com relação à guerra no Iraque, depois com referência à Síria, agora é quanto à Ucrânia e a Venezuela. Mas o Brasil não se omite. O Brasil, por intermédio do seu Ministério das Relações Exteriores (MRE), também conhecido como Itamaraty, dialoga com as autoridades dos países em conflito.mãos

http://www.mre.gov.br/

Dizem os especialistas em memória cerebral, que – grosso modo – para facilitar a memorização de algo será preciso que se repita o assunto por, ao menos, três vezes. Mas, não contente com essa orientação,  nossa mídia nos repete mil vezes a mesma coisa e acaba nos deixando enfastiados.

Por…

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Tzigane

Dos passos da bailarina

Tzigane é um dos ballets de George Balanchine. Curtinha, de apenas nove minutos, é uma coreografia inspirada no estilo da dança cigana.

Este vídeo é duplamente importante: além da obra completa, mostra Suzanne Farrell, uma das grandes bailarinas de Balanchine, e Peter Martins, hoje diretor do New York City Ballet. Foram eles que dançaram Tzigane pela primeira vez.

Mais informações:
Tzigane, The George Balanchine Trust, aqui.

Tzigane, New York City Ballet, 1977.

Fonte do vídeo:Dances avec la plume.

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As vantagens de ser um falhado

Inesperado

Vamos encarar os factos: nós somos uns falhados. Podemos não o dizer a ninguém, podemos esconder de nós próprios, mas não conseguimos evitar aqueles pensamentos marotos:
Nenhuma relação que tenho bate certo.
No trabalho só faço asneira.
Sinto-me a ficar para trás.
Tenho vergonha da minha forma física.

Rapidamente nos consideramos um falhanço monumental, e a verdade é que o somos. Apesar de nos babarmos só a imaginar uma vida de suposto sucesso – família perfeita, carreira respeitável, dinheiro abundante e aparência invejável – a verdade é que a nossa vida está cheia falhanços desastrosos.

As boas notícias é que há várias vantagens em ser um falhado:
1. Só não falha quem não tenta.
Normalmente quem é um falhanço é porque tentou alguma coisa. Quer tenha sido lançar uma empresa, começar uma relação, candidatar-se a um trabalho, só o acto de tentar já é memorável. Tudo o que vale a…

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